domingo, 27 de setembro de 2009

Senso crítico sem pré-conceito

Por Daniel Callegaris

Em um carácter mais jornalístico faço aqui uma análise sobre os jornais “mais críticos” das emissoras da TV aberta. Jornais com o propósito de discutir questões de políticas públicas, dizem que são livres dos interesses de manipulação com o papel de reflexão da opinião pública, até pelos nomes: Canal Livre/Band; Em Questão/Gazeta; Jornal da Globo, entre outros.

Mesmo com formatos diferentes - entrevista ou telejornal - todos tentam estimular opiniões mais decisivas em seus telespectadores. Seus horários mais seletivos, a partir das 23h30min, procuram atingir um público influente, tanto na opinião, como na economia.

Conteúdos e personalidades importantes permeiam a programação, como os programas acima citados. Esse é um dos motivos que acho muito útil nossa análise, sobretudo, por se tratarem de um retrospecto do que acontece no dia e na semana, além de passarem em um momento livre: hora de dormir!

Muita gente comenta como cada emissora “puxa sardinha” para seus próprios interesses, - e de fato isso é acontece. Os críticos reclamam da alta manipulação das perguntas e notícias, por prevalecer sempre os interesses de cada emissora, invalidando as pautas do seu caráter informativo, se tornando, muito mais políticas, em um mundo onde o dinheiro é o que manda.

Nós como comunicadores além de fazermos nossas análises temos muito do que retirar desses telejornais, já que a proposta é de formar opinião – cabe a cada um distinguir a veracidade do conteúdo.

Acredito também que diferentes enfoques dos jornais nos ajudam a entender as construções das notícias, suas repercussões e o mais importante, o aprofundamento dos fatos.

Um comentário:

A Bordo disse...

Isso realmente existe em todo lugar....a manipulação de informação....mas hoje, países como Argentina e Honduras estão bem a par dessa área de "manipulação de informação" pois, enquanto um diz que quer "democratizar" a informação o outro diz realmente que quer entrar com uma ditadura - mas no final os dois governos estão querendo manipular as informações dos meios de comunicação.
O que é um absurdo hoje em dia....

Abraço
Daniele, A Bordo.